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Marcação

Recomendamos que sim, para garantir o horário mais adequado. Em situações urgentes, contacte-nos e faremos o possível para o receber.

Sim. Sempre que possível, organizamos os horários para que a família seja atendida na mesma visita.

A primeira conversa é com os pais, para perceber as preocupações e o percurso da criança. Só depois definimos o melhor caminho de avaliação.

Cada caso é único. Depois da consulta de avaliação e diagnóstico, apresentamos um plano de tratamento detalhado, com todas as fases, opções e formas de pagamento, antes de iniciar qualquer procedimento.

Seguros e pagamentos

Não temos acordos diretos com seguradoras, e fazemo-lo a pensar em si: assim trabalhamos sem restrições de tempo, materiais ou equipamentos, com consultas dedicadas e sem pressas.

Ainda assim, todas as consultas e tratamentos podem ser comparticipados. Emitimos sempre fatura detalhada para que a possa submeter ao seu seguro ou subsistema (ADSE, SAMS, IASFA, Multicare, Médis, entre outros) e pedir o reembolso em regime livre, de acordo com a sua apólice.

Sim, aceitamos cheques-dentista do Programa Nacional de Promoção da Saúde Oral (PNPSO). Para o usar:

  1. Confirme a validade do cheque, emitido pelo seu Médico de Família ou pelo programa escolar.
  2. Ao marcar, diga-nos que pretende usar o cheque-dentista.
  3. No dia da consulta, traga o cheque (impresso ou digital) e o seu documento de identificação.
  • Pagamento fracionado: divide o valor pelas etapas do tratamento.
  • Débito direto: mensalidades automáticas para tratamentos longos, como Ortodontia ou Terapia da Fala.
  • Financiamento: através de entidades parceiras, em mensalidades fixas (sujeito a aprovação).

Numerário, Multibanco, cartão de débito ou crédito [Visa / Mastercard] e MB WAY. Emitimos sempre fatura-recibo para o seguro, o subsistema ou o IRS.

Sim. Seja qual for a forma de pagamento, emitimos a fatura-recibo de cada ato médico, que pode submeter para reembolso em regime livre.

Crianças e desenvolvimento

Quando nasce o primeiro dente de leite ou, o mais tardar, até ao primeiro aniversário. O objetivo é prevenir a cárie precoce, avaliar o crescimento das arcadas e habituar a criança ao dentista de forma tranquila.

Se nota atrasos na fala, dificuldade em mastigar ou engolir, pouca interação verbal ou dificuldades na aprendizagem, pode marcar a partir dos 2 anos (ou antes, por indicação do pediatra). Quanto mais cedo, mais simples é o acompanhamento.

O sucesso da intervenção nasce da parceria. Somos uma ponte entre a equipa clínica, a família e a escola, e partilhamos estratégias práticas para o dia a dia.

Atua enquanto a criança ainda está a crescer, geralmente entre os 6 e os 10 anos. Mais do que alinhar dentes, guia o desenvolvimento dos maxilares e corrige hábitos como a respiração pela boca. Recomendamos a primeira avaliação por volta dos 6 ou 7 anos.

  • Mordida cruzada: os dentes de cima fecham por dentro dos de baixo.
  • Mordida aberta: fica um espaço entre os dentes com a boca fechada.
  • Falta de espaço para os dentes definitivos.
  • Chucha, chupar no dedo ou roer as unhas depois dos 3–4 anos.
  • Respiração pela boca: dorme de boca aberta, ressona ou tem os lábios secos.
  • Dentes de leite que caem muito cedo ou muito tarde.

Nestas idades usamos sobretudo aparelhos removíveis, placas ativas ou estimuladores funcionais. Aproveitam o crescimento da criança para reeducar os músculos da face, guiar o desenvolvimento ósseo e criar espaço para os dentes definitivos. São confortáveis e interferem pouco com a rotina.

Dentes, língua, lábios e respiração trabalham em conjunto. Se as funções da boca não estão em equilíbrio, a posição dos dentes altera-se; e um problema nos maxilares pode dificultar a fala. Por isso, ortodontista e terapeuta da fala trabalham lado a lado: um guia a estrutura, o outro reeduca a função.

Quando a criança respira pela boca, a língua fica em baixo e os lábios abertos. Isto pode alterar o crescimento do rosto, estreitar o céu da boca e afetar o sono e a concentração.

A ortodontia intercetiva alarga o palato, o que também facilita a passagem do ar pelo nariz. Em paralelo, a terapia da fala treina o fecho dos lábios e a respiração nasal.

Tratamentos dentários

Nos casos indicados, colocamos os implantes e, poucas horas depois, fixamos uma prótese provisória feita à medida. Assim, não fica meses sem dentes ou com uma prótese removível enquanto os implantes cicatrizam.

É indicado para quem perdeu todos os dentes de uma arcada ou tem dentes que não se podem recuperar, e exige avaliação prévia com exames 3D para confirmar que há osso suficiente.